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27
Jul 11
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Moçambique e Portugal renovam cooperação no domínio da Defesa

Maputo - Os Comandantes militares do Ramo de Exército de Moçambique e Portugal decidiram, esta segunda-feira, 25 de Julho, continuar a cooperar no campo da formação e troca de experiências, ao nível bilateral e multilateral, no âmbito da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

 

Esta vontade foi manifestada pelos dois Comandantes do Ramo, na sequência da visita do Chefe do Estado-Maior do Exército de Portugal, General José Luís Pinto Ramalho, que se encontra de visita a Moçambique, a convite do seu homólogo, Major-General Graça Chongo.

 

Durante audiência de cortesia com o Vice-Ministro da Defesa Nacional de Moçambique, Agostinho Salvador Mondlane, o General luso manifestou a vontade do seu Ramo em continuar a cooperar com Moçambique no âmbito do Programa Quadro, assinado entre Moçambique e Portugal em 2010.

 

O Vice-Ministro da Defesa Nacional saudou a situação actual de cooperação entre os dois países, no domínio da Defesa, e disse que há necessidade de adaptação permanente desta cooperação, em função dos novos desafios nacionais e internacionais.

 

Um comunicado do Ministério da Defesa Nacional refere que, durante a sua estadia em Moçambique, o General José Luís Pinto Ramalho vai manter contacto com altas patentes das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), para além de visitar algumas unidades militares no país.

 

 

Fonte : PNN Portuguese News Network 27.07.2011

publicado por Estimela às 21:19 | comentar | favorito
14
Jul 11
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Forte dispositivo policial nas ruas de Guiné - Bissau

Um forte dispositivo policial foi enviado para a zona da capital guineense, Bissau, onde está prevista a realização de uma marcha para exigir a demissão do Primeiro-ministro e onde estão já reunidos dezenas de manifestantes.


A marcha, marcada que começou às 09:00 locais na zona da Chapa de Bissau, a cerca de um quilómetro do centro da capital, na estrada que liga ao aeroporto e que está cortada ao trânsito.


O protesto foi convocado por vários partidos da oposição guineense, que ignoraram os apelos do Presidente do Parlamento, Raimundo Pereira, para o adiamento da marcha, que pretende exigir a demissão do Primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, e pedir justiça relativamente aos recentes assassínios políticos no país.

 

Em reacção, o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), no poder, emitiu um comunicado acusando a oposição de pretender "o assassínio e a eliminação política e física" do primeiro-ministro.

 

Os elementos da Polícia de Intervenção Rápida destacados para o local da marcha de hoje estão munidos de bastões e de gás lacrimogéneo, mas não estão armados.

 

Os organizadores da marcha estão a apelar às pessoas que participem e garantem que estão reunidas condições de segurança para a realização do protesto. Além da estrada cortada na zona do protesto, a vida na capital guineense decorre com normalidade e fonte governamental disse à Lusa que o Primeiro - ministro se encontra no seu gabinete a trabalhar.

 

Em declarações à Lusa esta semana, o presidente interino do Partido da Renovação Social, maior força da oposição na Guiné-Bissau, Sori Djaló, garantiu que a marcha de protesto é pacífica. "Eu acredito que não haverá nenhum perigo porque nós antecipadamente dissemos que vai ser uma marcha pacífica, portanto vai ser uma marcha pacífica", afirmou Sori Djaló.

 

O presidente interino do PRS alertou contudo que é preciso não haver provocações. "O perigo é se o PAIGC (Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde) vier a contestar esta marcha com um outro grupo. Ai é que está o perigo", disse. Por seu lado, o secretário-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o guineense Domingos Simões Pereira, disse na quarta-feira à Lusa que está "muito preocupado com as notícias sobre uma nova agitação política na Guiné-Bissau. Segundo Simões Pereira, uma nova

instabilidade pode "comprometer o esforço internacional de apoio e passar uma imagem de irresponsabilidade do país.

 

  

Fonte:Angola Press 14.07.2011

publicado por Estimela às 14:22 | comentar | ver comentários (1) | favorito
12
Jul 11
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Jul 11

São Tomé e Príncipe - Missão da CPLP acompanha processo eleitoral

A Missão de Observação Eleitoral (MOE) da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) às Eleições Presidenciais de São Tomé e Príncipe vai acompanhar o processo eleitoral no arquipélago.


O convite, feito pelas autoridades santomenses, visa o acompanhamento das eleições presidenciais de São Tomé e Príncipe, que terão lugar no dia 17 de Julho. A missão, chefiada por Fernando Van-Dúnem, ex-primeiro-ministro de Angola, integra ainda onze observadores eleitorais de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Portugal.


A MOE chega a São Tomé e Príncipe esta segunda-feira e ficará no arquipélago até dia 21 de Julho. Durante este período, os observadores vão testemunhar o processo eleitoral, o escrutínio e o apuramento dos resultados das eleições.


A missão deverá ainda emitir pareceres sobre a credibilidade do processo eleitoral, em função de critérios relativos à transparência, carácter democrático da eleição, à aplicação da lei eleitoral e aos procedimentos exigíveis.

 


Fonte: PNN Portuguese News Network

publicado por Estimela às 10:15 | comentar | favorito

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