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28
Ago 11

Terra de águas fatais

Desde Janeiro até ontem, as autoridades descobriram um total de 17 cadáveres a flutuar nas águas de Macau – em dez dos casos, a Polícia Judiciária concluiu que se trataram de suicídios. Dois foram dados como acidentes, sendo que nos restantes cinco está a ainda a ser investigada a causa da morte.

 

Na terça-feira, a Polícia de Segurança Pública (PSP) foi chamada a recolher o corpo de uma mulher encontrada a boiar no Lago de Sai Van, perto da Torre de Macau. A descoberta foi feita por residentes da zona por volta das 6h. A mulher, de 30 anos, era residente local, tinha com ela os documentos de identificação e vestia uma t-shirt e calças de fato treino. Ontem, a Judiciária afirmou que as investigações preliminares apontam para mais um caso de suicídio, uma vez que as autoridades não encontraram marcas no corpo que indicassem um cenário de violência.

O órgão de investigação criminal destacou ainda que o alegado suicídio não terá qualquer relação com o caso do homem que, a 19 de Junho, foi também encontrado morto nas águas do Sai Van. O indivíduo, que teria entre 20 a 30 anos, foi encontrado por atletas dos barcos-dragão e não tinha qualquer documento de identificação.

 

Ainda na quarta-feira, foi encontrado um outro cadáver a flutuar nas águas do território. Segundo a Polícia Judiciária, trata-se de um indivíduo do sexo masculino, com cerca de 20 anos e também de identidade desconhecida. A descoberta foi feita depois de as autoridades terem sido alertadas por um transeunte que disse ter ouvido um som na água, junto à Ponte Nobre de Carvalho, por volta das 2h40. O corpo acabaria por ser descoberto cerca de meia hora depois. A Judiciária está ainda a investigar as causas da morte, mas adiantou já que as marcas no cadáver indiciam que terá havido uma queda em altura.

 

Esta semana e durante o balanço semestral da criminalidade em Macau, o secretário para a Segurança disse que o Governo está preocupado com o aumento do número de suicídios, escusando-se a fazer mais comentários.

 

Jovem em preventiva

 

Entretanto, o Ministério Público (MP) concluiu a investigação sobre o jovem de 18 anos que é suspeito de ter aliciado uma menor a ter relações sexuais com ele – o indivíduo ficou em prisão preventiva. O delegado do procurador, lê-se em comunicado, “considerou haver fortes indícios do crime de abuso sexual de criança, cometido por Wong”. O MP concluiu que os dois “eram amigos” e que no dia 2 de Agosto “a vítima pediu ao suspeito para passar a noite na casa dele porque não queria ser chateada pelos familiares por ter bebido álcool”. “Naquela noite Wong teve relações sexuais com a vítima, dois dias depois, repetiu o acto na casa dele”, diz ainda o órgão de investigação.

 

O delegado do procurador entendeu que o suspeito “bem sabia que a vítima não tinha 14 anos quando teve relações sexuais com ela, o que é proibido pela lei”. Ainda em comunicado, o MP volta a pedir “às famílias, escolas e sociedade” que prestem “mais atenção aos adolescentes devendo ter sempre em consideração a educação moral”. Mais, avisa que o “Ministério Público vai punir gravemente, como tem feito no passado, os infractores que aliciam os adolescentes para a prática de actos ilegais”. No sistema de Macau, compete aos juízes decidirem da culpa e da pena dos arguidos.

 

Fonte: Ponto Final MACAU

publicado por Estimela às 23:57 | comentar | favorito
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15
Ago 11

Macau - O FC Porto entrou a golear no campeonato de futebol em miniatura

 

Vai ser um campeonato de bolinha mais interessante do que nunca, uma vez que foram várias as equipas que se reforçaram. Uma delas é o FC Porto que, para já, foi a que mais deu nas vistas na jornada inaugural da I Divisão. Os azuis e brancos ultrapassaram os Serviços de Alfândega por 4-0, mostrando bem cedo as “garras” para a candidatura ao primeiro lugar do grupo e assim garantir a presença na final.

 

Tal como aconteceu na época passada da bolinha, apenas o primeiro classificado de cada uma das duas séries estará na final, com os segundos a discutirem um lugar no “pódio”, de consolação, ou seja, o terceiro posicionado. Por isso mesmo, será certamente renhida a luta pelo apuramento, com oito formações em cada grupo.

 

A série dos portistas é considerada a mais forte, uma vez que apresenta três candidatos ao primeiro lugar: FC Porto, Monte Carlo e Lam Pak. E os dragões foram os que melhor conta de si deram na ronda de abertura, realizada no relvado sintético do Colégio D. Bosco.

 

A equipa de Dani venceu e convenceu, perante uma formação que deu prioridade ao sector defensivo, isto face ao maior poderio técnico do adversário. Quem se deslocou ao D. Bosco pôde ver um FC Porto com ambições a ir longe na bolinha deste ano, ainda que algumas fragilidades dos Serviços de Alfândega não tivessem dado para ter uma clara certeza do que poderá valer o sete portista.

 

Mas a juntar aos jogadores que actuaram nesta primeira jornada, entre os quais se destaca Alex e o chinês Pong Au, ambos ex-Ka I, vai surgir uma das principais contratações do clube de António Aguiar, o ex-benfiquista Taylor Gomes. O guineense só não jogou porque acertou tudo com o FC Porto apenas na semana do desafio e já não houve tempo para proceder à sua inscrição. Taylor que, como se sabe, tem “coração benfiquista”, é assim uma das grandes novidades para a bolinha, ainda que outros clubes igualmente se tenham reforçado com nomes de cartaz, como foi o caso da saída do brasileiro William Carlos do Ka I para o Monte Carlo.

 

“Nunca representei em Macau outro clube que não fosse o Benfica, mas tive de optar, neste caso da bolinha, por uma equipa com um projecto ganhador, ao contrário do Benfica que apenas o irá fazer em relação ao futebol de onze. O FC Porto parece-me ser um dos clubes com mais condições para lutar pelo título e isso agrada-me”, disse Taylor Gomes ao PONTO FINAL.

 

O jogador, que não chegou a acordo com as águias (numa altura em que Rui Cardoso se encontra de férias em Portugal), foi, como se sabe, um dos esteios dos encarnados na campanha desde a IV à I Divisão do bolão.

 

Ainda não sentiu a sensação de vestir então outra camisola, mas o futebol é mesmo assim: “Essa sensação de vestir uma camisola que não a do Benfica, ainda não a senti de facto, uma vez que só vou jogar esta semana [amanhã diante do Hoi Fan]. Mas um jogador de futebol tem de estar preparado para isto e não tem grande importância eu ir jogar na bolinha pelo FC Porto. Por outro lado, quero também dizer que, para além do projecto do FC Porto ser diferente do Benfica na bolinha, pesou bastante o facto de Dani ser o treinador. Conheço-o há muitos anos e somos bastante amigos, já desde Coimbra, onde nasci. Foi uma parte relevante para a minha decisão, isto depois de não ter chegado a acordo com o Benfica”.

 

Taylor, 25 anos, quase a terminar o curso de Direito, reconheceu que a questão financeira também pesou um pouco na saída dos “encarnados”. “A minha bolsa de estudo e o respectivo subsídio estão a acabar e isso é também importante nas minhas decisões. Mas darei sempre prioridade ao Benfica em circunstâncias semelhantes, clube onde deverei permanecer no futebol de onze.”

 

Será um reforço importante para o FC Porto, que tentará assim colmatar uma brecha importante com a saída dos irmãos sul-africanos Samuel e Simon Ramoseau.

 

Os portistas mantêm no plantel elementos influentes como são os casos de Alison Brito (fez dois golos à Alfândega, os outros foram apontados por Marcus e Alex) e Simbo Diakité. O guarda-redes é Lino Mourato.

 

“Penso que temos a série mais complicada, mas para já demos boas indicações, ainda que o verdadeiro teste não tenha sido diante da Alfândega. Mas é sempre bom entrar a ganhar”, salientou Dani, para quem os reforços dão outra consistência à equipa, principalmente após a saída do sul-africano Samuel, que para o treinador “é um jogador de grande qualidade e por isso muito difícil de substituir”.

 

Campeonato equilibrado

 

Nos restantes desafios, estiveram em evidência Ka I e Monte Carlo, com os dois a ganharem com dificuldade por 1-0. O detentor do título, Ka I, ainda não contou no banco com o seu técnico principal, Rui Cardoso, mas acabou por superar um adversário de respeito, Sub 23 (A), que se apresentou sem a sua principal vedeta, Leong Ka Hang, lesionado.

 

“Isso acabou também por facilitar um pouco mais a nossa tarefa, mas merecemos ganhar. Temos condições para voltar a triunfar na bolinha, mas o campeonato vai ser equilibrado”, disse o português Nicholas Torrão, que viu o desafio da bancada, depois de não ter conseguido chegar a tempo do início do jogo, em virtude dos seus afazeres profissionais.

 

Chan Im, jogador da República Popular da China, apontou o único tento da partida, numa equipa onde a posição mais atacante está entregue ao nigeriano Christopher Nowaru.

 

Quanto ao Monte Carlo, é orientado na bolinha pelo próprio presidente do clube, Firmino Mendonça, e conta com dois grandes reforços: o guarda-redes Domingos e o avançado William Carlos Gomes. Estão ao lado de Kamilo Oliveira, Bruno Figueiredo e Silva, mantendo-se outros elementos experientes da casa, como Geofredo Sousa e Paulo Chieng.

 

“Vamos ver como a prova vai decorrer. Vamos tentar chegar à final”, destacou Mendonça.

 

O único golo do triunfo do Monte Carlo diante de Sub 23 (B), foi marcado por Kamilo Oliveira, ele que foi o goleador do campeonato de futebol de onze.

 

Quanto aos outros resultados da jornada inaugural, a Polícia perdeu por 1-2 com o Hong Ngai, o Hoi Fan bateu por 3 a zero o Kuan Tai, o Paul Peng e o Lai Chi empataram sem golos e o Lam Pak venceu por 2 a zero o Taxi Chi Iao.

 

Esta semana, na II Divisão, estreiam-se Benfica, quinta-feira às 21h30, com a Obra Social da Polícia, enquanto o Sporting joga na sexta, também às 21h30, encontrando pela frente o Lok Tou.

 

O Sam Iao, só de portugueses, empatou com Ka U a duas bolas, com ambos os golos a serem apontados por André Raquel.

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: PONTO FINAL, Macau


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19
Mai 11

O estranho caso dos “suicídios” na PSP

O secretário para a Segurança continua sem explicar o que leva a que as polícias de Macau se pronunciem desde a primeira hora pela tese de suicídio dos seus agentes, após duas mortes em Março. Coutinho pediu fundamentos. 

O secretário para a Segurança não esclarece o que levou as polícias de Macau a concluírem pela tese de suicídio dos dois agentes que faleceram em Março último, com as duas mortes a ocorrerem no período de apenas uma semana, mas insiste na ideia de que os profissionais de segurança terão posto fim à vida.

O pedido de satisfações foi feito por Pereira Coutinho, que em interpelação escrita afirmava que “muitos cidadãos continuam a estranhar as causas do falecimento de jovens agentes, não obstante o aumento anual das FSM [Forças de Segurança de Macau] e do número de efectivos, o maior investimento na formação permanente e contínua, o melhoramento dos equipamentos e a actualização salarial” dos trabalhadores.

O deputado perguntava pelos “fundamentos e base científica” para a conclusão, “logo no dia seguinte” à morte do agente da Polícia de Segurança Pública (PSP) que foi encontrado sem vida a 22 de Março junto a um queimador de carvão, de que estaria em causa um suicídio motivado por problemas pessoais. No mesmo mês, o cadáver de outro agente da PSP foi encontrado no reservatório, com a Polícia Judiciária a adiantar desde logo que o homem teria posto termo à vida.

Na resposta a Coutinho, o chefe do gabinete do secretário para a Segurança, Vong Chun Fat, não dá conta dos fundamentos exigidos e continua a referir-se ao “caso de suicídio” com respeito à morte do agente falecido a 22 de Março.

 

“O CPSP tomou em grande consideração o referido caso, os dirigentes procederam a uma reunião urgente, para além de manifestarem o lamento, ainda ordenaram uma averiguação interna no sentido de saber o motivo da ocorrência do caso”, afirma o gabinete de Cheong Kuok Va. 

“Panela de pressão” 

De acordo com a resposta, a averiguação foi promovida “em diversas vertentes”, e atendendo a que, “antes da prática, o suicida vai revelar certos indícios nos seus actos e nas suas emoções”. O primeiro passo, revela-se, consistiu em indagar junto dos superiores e colegas sobre o desempenho dos agentes. São também factores de análise o relacionamento que este mantinha com os outros, a escala de serviço, o planeamento do trabalho, eventuais sanções disciplinares ou registos de pedidos de apoio emocional.

“Em princípio, podemos definir que o suicídio deste agente policial não se encontra relacionado com o desempenho de trabalho, mas sim, com maior possibilidade, ser relacionado com factores externos, como por exemplo a sua vida particular, de família”, concluiu o gabinete, que inclui na lista de procedimentos de averiguação também o exame médico-legal e perícias ao local do óbito e produtos deixados. Os exemplos são citados sem que seja confirmada a realização de autópsia no caso do agente que morreu a 22 de Março.

Pereira Coutinho dava conta também de queixas de jovens agentes das FSM sobre a falta de canais internos da comunicação e resolução de problemas. “O acumular dos problemas não resolvidos só gera permanentemente descontentamento entre os agentes e funciona como ‘panela de pressão’ que pode ‘arrebentar’ a qualquer momento e quando menos previsto”, escrevia o deputado.

 

Fonte:Ponto final Macau

publicado por Estimela às 12:55 | comentar | ver comentários (1) | favorito
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27
Mar 11

Macau - Menos crimes, mais turistas e mais carros

 

 

As análises surgem por altura das comemorações do 320.º aniversário do Comando da Policia de Segurança Pública de Macau (CPSP) e mostram um balanço positivo do ano passado: menos 7,5% de criminalidade no território em 2010 e quase o mesmo valor de movimentação na fronteira, com um aumento significativo no número de turistas. Estes são alguns dos dados conclusivos do CPSP.

 

Enviada em comunicado, a análise ao ano passado mostra um total de 10.217 crimes, entre os quais o número de casos por detenção em flagrante delito ou após investigações serem entregues ao Ministério Público (MP). Cerca de 4708 suspeitos foram conduzidos para o MP.

 

Uma outra área de atuação da PSP, relacionada com a migração, apresenta um aumento de 7,2% de movimento transfronteiriço, com mais de cem milhões de pessoas/vezes a entrar e a sair do território. Comparativamente a 2009, o número total de entradas e saídas de turistas ultrapassou sessenta milhões de pessoas/vezes, indicando uma subida de cerca de 11,2%. O número de veículos aumentou também, atingindo cerca de 196 mil, mais 3,8% em relação a 2009. O número de acidentes rodoviários ultrapassou os 13 mil.

 

Dos projetos de desenvolvimento lançados pelo CPSP, oito obtiveram o certificado de reconhecimento concedido pela Comissão de Avaliação dos Serviços Públicos, tendo atingido os critérios estabelecidos em 100%. No ano passado, houve 240 agentes a quem foram atribuídos louvores pelo “desempenho excecional”, e 30 agentes receberam uma licença por mérito.

 

Fonte: Macau hoje online 15MAR2011

 

 

    Texto escrito conforme o Acordo Ortográfico.        

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12
Dez 10

Corpo de Polícia de Segurança Pública de Macau

1986 – Reestruturação do Corpo de Polícia de Segurança Pública de Macau


Pelo Decreto-Lei n.º 13/86/M, de 8 de Fevereiro de 1986, foi aprovado o novo regulamento do CPSPM, preconizando a seguinte organização:

 
Comando, Estado Maior e órgãos de Comando, Divisões Policiais e de Apoio Geral, Órgãos de Apoio de Serviços e de Instrução. O Estado Maior e os órgãos de Comando compreendiam: Chefe de Estado-Maior, Estado-Maior Coordenador, Conselho Disciplinar, Assessoria jurídica, Secção de Justiça, Gabinete de Apoio ao Comando.

1995 – Reestruturação do Corpo de Polícia de Segurança Pública de Macau
Atendendo ao desenvolvimento da sociedade, sentiu-se necessidade de dotar o CPSP de uma estrutura orgânica capaz de responder com maior eficácia à missão geral que lhe foi cometida. Assim, em 30 de Janeiro de 1995, foi publicado o Decreto-Lei n.º 3/95/M que define a organização geral da PSP:

1. Comando e Órgãos de Comando
2. Departamento de Gestão de Recursos
3. Departamento de Informações
4. Departamento de Operações
5. Serviço de Migração
6. Departamento deTrânsito
7. Departamento Policial de Macau
8. Departamento Policial das Ilhas
9. Unidade Táctica de Intervenção da Polícia
10. Formação do Comando
11. Escola de Polícia
12. Banda de Música

A partir do ano 1995, os portugueses que prestavam serviço na PSP começaram a deixar Macau, deixando vagas que foram posteriormente preenchidas por oficiais superiores formados na Escola Superior das FSM.

14 de Março de 1999 – Entrega do poder de autoridade e comando da PSP
O Comandante, Manuel António Meireles de Carvalho, Tenente-Coronel de Infantaria, fez a entrega do poder de autoridade e comando do CPSP ao novo Comandante, Superintendente-Geral José Proença Branco.

20 de Dezembro de 1999 – O Corpo de Polícia de Segurança Pública da RAEM
A par do retorno de Macau à Pátria, o CPSP passou a usar novo emblema (actual emblema).

Maio de 2000 – Mudança da sede da Escola de Polícia
Em articulação com a disposição do Governo Popular Central, do acantonamento permanente do exército chinês em Macau, a Escola de Polícia deixou a antiga sede do Centro de Recuperação Social, e passou a funcionar nas instalações da Escola Superior das FSM, em Coloane.

17 de Setembro de 2001 – Tomada de posse do Comandante-geral dos Serviços de Polícia Unitários, e do Comandante Subst.º do CPSP
Com base na proposta apresentada pelo Chefe do Executivo da RAEM, Ho Hau Wah, o Conselho do Estado nomeou em 27 de Outubro de 2000, José Proença Branco como Comandante-geral dos SPU de Macau, e posterior tomada de posse em 17 de Setembro de 2001. E, por despacho n.º 66/2001 exarado pelo Secretário para a Segurança em 18 de Setembro de 2001, o Superintendente Lei Siu Peng foi nomeado como Comandante Substituto do CPSP, com efeito retroactivo a 17 de Setembro de 2001, em substituição do anterior Comandante da Corporação, o Superintendente José Proença Branco.

2001 – Criação do Grupo de Protecção de Altas Entidades e Instalações Importantes (GPAEII)
Face ao retorno de Macau à Pátria, criou-se uma equipa especializada na UTIP para a protecção de altas entidades, em prol das providências de segurança para personagens políticas no dia da transferência de soberania, bem como para o futuro trabalho de protecção a altas entidades e instalações importantes da Região. A equipa foi composta por agentes de várias subunidades da Corporação e treinados com curso especializado de protecção. Só em 2001, foi estabelecido organicamente, o Grupo de Protecção de Altas Entidades e de Instalações Importantes.
 

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Notícias CPLP